| Tribunal | TJCE |
|---|---|
| Órgão | 1ª Câmara de Direito Privado |
| Classe | Apelação Cível |
| Processo | 0200290-37.2022.8.06.0157 |
| Julgamento | 09/09/2026 |
| Plataforma | Pagar.me |
| Resultado | Desfavorável ao usuário |
Trecho da decisão
"RETENÇÃO DE VALORES E RESCISÃO CONTRATUAL POR SUSPEITA DE FRAUDE. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DA REGULARIDADE DA TRANSAÇÃO. INEXISTÊNCIA DE ATO ILÍCITO E DE DANO MORAL."
O que foi decidido
Usuário teve valores retidos e o contrato de intermediação de pagamentos rescindido por suspeita de fraude. A Câmara entendeu não comprovada a regularidade da transação e manteve a improcedência.
O que esta decisão mostra
A decisão é desfavorável ao usuário. Casos assim mostram os limites do tema: quando a plataforma prova a conduta, quando o usuário não demonstra o que alega ou quando o tribunal aplica a liberdade contratual, o pedido é negado.
Nas contas de pagamento e maquininhas, o TJCE tem mandado liberar valores retidos sem prova de fraude, mas tem mantido bloqueios quando a instituição apresenta elementos concretos, como marcações nos sistemas de segurança do Pix.
Veja o guia completo sobre Stone ou Pagar.me bloqueada e todas as decisões do tema.
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Fonte: Sistema oficial de jurisprudência do TJCE (SJURIS), inteiro teor conferido. Nomes de usuário e valores de condenação foram omitidos.
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